Episódio 5: Explorando os negócios da indústria criativa 

Os dias não têm desacelerado, imagino que nem vão. E agosto que sempre foi um mês que infinito: passou voando! Por essas e outras, me pergunto quão louco o mundo está quando até o mês mais arrastado do ano, passa num piscar de olhos.

A boa nova aqui é que diferentemente do cenário que contamos no episódio 4, tivemos a possibilidade de encarar os desafios de maneira mais organizada e com os “motorzinhos” funcionando como deveriam. Ou pelo menos começando a pegar no tranco.

 

Desgargalando o processo

Como qualquer empresa no começo, todas nós aqui eventualmente performamos em todos os papeis possíveis – de estagiárias a founders, passando pelo cafezinho e eu diria que até experimentando o papel de equilibristas muitas vezes. E sinceramente, mesmo com a casa organizada, penso esse processo ainda durará muito tempo.

Uma das coisas que contamos anteriormente e que ficaram evidentes com o tempo foi a necessidade de fazer uma distribuição de carteiras de maneira mais estratégica. Isso porque concentrar as ações de definição de estratégias > disparo de campanhas > follow ups > prospecção e ainda negociação com leads das agências e veículos de comunicação do nosso portfólio em uma única pessoa se tornou inviável pelo volume e também como, ao longo do tempo, cada agência e veículo acaba tendo algumas necessidades específicas. E sem a proximidade, que só é alcançada quando você tem uma carteira controlada, não é possível ser estratégico e entender no detalhe os diferenciais de cada um, e claro, atuar genuinamente como um time comercial dentro de cada cliente.

Com a chegada das novas BDR’s pudemos desgargalar esse processo, e distribuir cada uma das agências e veículos de acordo com perfis de serviços e produtos e fazer um match com a experiência de cada uma das pessoas do nosso comercial. Dessa maneira foi possível sermos mais assertivas em cada ação, e claro, a bagagem trazida por cada uma das pessoas agregou no processo de tal forma, que certamente não poderíamos ter feito sozinhas.

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Diversificação do Portfólio

Algo que temos em comum como experiência profissional aqui na empresa é que as três sócias iniciaram no marketing com a proximidade com agências focadas em marketing digital, principalmente em Inbound Marketing e Performance. Entretanto, depois de um tempo – e experiências – descobrimos o fantástico mundo da publicidade (sim, fizemos o caminho contrário de toda história). E foi aí que o nosso leque de conhecimento e entendimento da indústria do marketing foi ampliado significativamente, incluindo mídia, produção e tudo mais.

A partir daí começamos a olhar de uma nova maneira para o nosso portfólio e entendemos que se buscamos ser a empresa que conecta marcas e agências para a construção de novas e incríveis experiências com o mercado, o marketing digital é importante, mas não faz sucesso em carreira solo em algumas marcas para cumprir seus objetivos de marketing e negócio.

Trouxemos então novos clientes para a carteira que agregassem em outras áreas do marketing, propaganda e publicidade.

Hoje reunimos soluções em PR, DOOH, TV, Produção, Performance, SEO, Live Marketing, Soluções Martech, Incentivo de vendas, Branding e estamos olhando para outros segmentos. Dessa forma, quando a a B.done trabalha com uma marca, temos opções que se enquadram em todas as necessidades de marketing dela.

Esse processo facilita não apenas a gestão de leads e funis para cada um dos clientes, como gera oportunidade de um lead ser otimizado, e muitas vezes, atendidos por mais de uma agência.

 

A Criatividade como negócio

Esses movimentos nos levaram – é claro – a outra consequência. Foi quando a nossa CEO, Cáh Morandi percebeu que toda a sua trajetória profissional e pessoal, vinha pautada em cima de um tema: gerar negócios para a indústria criativa.

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A Cáh, que pra quem não sabe é poetisa com 2 livros publicados, há anos trabalha na indústria criativa fazendo algo que é tabu para muitos criativos: vender. E dentro dessa vertente, pauta e oportunidades a serem exploradas é o que não falta.

Aliás, há alguns dias ela participou de uma live com a Transcriativa sobre o tema e que você pode acessar aqui.

Mas a gente não esqueceu o foco

Essa é uma pauta que está em todos os episódios. E a construção e desenvolvimento de base para dar suporte à inteligência comercial segue nos bastidores. Esse mês, além de contar com o enriquecimento, trabalhamos na manipulação de dados, em que as nossas analistas comerciais podem, de maneira mais fácil e inteligente, acessar as marcas e os contatos, entender quando contatamos cada um deles, identificar momento propício para uma nova abordagem, etc.

 

Próximos passos:

Nosso modelo de negócios tem sido testado desde que começamos, e naturalmente, enfrentando vários ajustes conforme vamos compreendendo o que funciona o que não funciona.

Entender como o nosso modelo de prospecção e inteligência funciona para agências e veículos de mídia é um passo importante para validar esse ponto. Embora tenhamos outros pontos de validação, como, por exemplo, o nosso posicionamento como B.done para as marcas: calibrar linguagem, discurso e construir um caminho para ser reconhecida como uma empresa que entende dos desafios de mercado e encurta os caminhos nas tentativas erros tão comuns enfrentados por elas na escolha de um parceiro de marketing.

Ansiosa já para trazer mais novidades de setembro!

Até lá, se você quiser bater um papo conosco para entender de que forma a B.done pode ajudar sua marca ou a sua agência, fique a vontade para nos mandar uma mensagem.

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Até a próxima!

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Escrito por:

Débora Brauhardt
Débora Brauhardt
Especialista em Gestão da Criatividade e Inovação e mais de 12 anos de carreira em estratégias de negócios, marketing, customer success, gestão e internacionalização em empresas como Parque Tecnológico Itaipu, Resultados Digitais e Octadesk.