10 dicas para a construção de marcas no LinkedIn

No admirável mundo nem tão novo assim das mídias sociais, já não é segredo para ninguém que as estratégias de marketing digital de uma empresa devem passar, de modo imperioso, por esses canais que são utilizados de modo massivo pelos mais diversos extratos da sociedade e do ambiente de consumo brasileiro e global. 

Só em nosso país, mais de 171 milhões de pessoas são usuárias ativas das redes sociais (o equivalente a nada menos que 79,9% de toda a população brasileira). Os dados são de uma pesquisa da Resultados Digitais e atestam ainda que o brasileiro passa, em média, quase 4 horas por dia conectado as suas mídias – porcentagem 53% maior do que a média global. 

Dentro desse contexto, nada mais natural do que as marcas apostarem, a partir de estratégias orgânicas e de mídia paga, em conquistar novos públicos e fidelizar clientes por meio da construção assertiva de relacionamentos em redes como o Instagram, Facebook e TikTok. 

Deixo o LinkedIn fora dessa lista de propósito para reforçar algo curioso que observo no meu dia a dia de atuação no mercado: porque, mesmo cientes da força de outras mídias sociais para os seus posicionamentos, muitas empresas relegam para segundo plano ou simplesmente ignoram o potencial do LinkedIn como uma ferramenta de marketing, branding, aproximação com clientes e novos parceiros?

O poder do LinkedIn para o posicionamento estratégico de empresas

Fato é que, há muito tempo, o LinkedIn deixou de ser uma mera base de perfis para o recrutamento das áreas de RH. Atualmente, além de dispor de uma série de ferramentas interessantes para impulsionar o valor de uma marca na web, a maior rede profissional do planeta conta ainda com um código que favorece um bom posicionamento nas pesquisas dos buscadores e possui um volume de usuários que só cresce, ano após ano. 

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Com 51 milhões de usuários conectados no Brasil, o país já é o 4º maior território nacional em número de contas ativas. Assim, deixar de explorar essa fonte de potenciais leads é jogar fora toda uma gama de possibilidades de novos contatos, conversões e networking com stakeholders.   

O caminho das pedras

Refletindo sobre todo esse contexto e levando em conta minha experiência com a rede, separei aqui 10 passos simples, mas efetivos, para auxiliar tanto empresas que desejam “construir do zero” suas marcas no LinkedIn, quanto aquelas que precisam otimizar suas jornadas de posicionamento na plataforma. 

  • Definição de objetivos

Como qualquer passo estratégico para a área de marketing, a primeira etapa consiste em entender o que, de fato, sua empresa deseja conquistar com o LinkedIn. Clientes de grande porte em um relacionamento B2B? Se aproximar do público geral? Criar mais um canal de comunicação com seus clientes ativos? Responder a questões como essa pode ser fundamental para começar uma jornada de descoberta da rede visando resultados positivos de médio e longo prazo. 

  • Calendário de postagens e planejamento

A partir desse entendimento, é hora de se planejar – definindo que ações serão tomadas na rede. Se você for começar do zero, possivelmente, será necessário criar sua própria Company Page (páginas empresariais do LinkedIn) ou gerar um esforço integrado junto a outros executivos da empresa visando a disponibilização de conteúdo de qualidade

  • Continuidade é tudo

Mas, no LinkedIn, não basta criar um conteúdo bacana na company e deixá-la parada e as traças por meses consecutivos. Assim como em outras mídias sociais, continuidade é um segredo importante para a geração de engajamento e conhecimento de marca – isso, por consequência, demanda a criação do planejamento citado no passo anterior.

  • Diferentes formas de posicionamento
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Ainda nesse processo de planejamento, é importante observar que um dos trunfos do LinkedIn envolve a variedade de formatos que podem ser criados e explorados na rede: posts de timeline, artigos de profundidade, campanhas pagas, compartilhamentos em páginas empresariais ou comunidades da rede: tudo é válido se for pensado de forma estratégica e evitando um comportamento de spammer ou que possa comprometer a imagem de sua marca.  

  • Criação de company pages e showcases 

E por falar em páginas empresariais, após toda a fase de planejamento, é hora de criar uma company page exclusiva para a sua empresa. O processo é simples e intuitivo, mas demanda um e-mail corporativo e, eventualmente, suporte de comunicação visual que deixe a página mais atrativa. Também é possível criar showcases pages, as quais, basicamente, servem para que uma organização divulgue determinados produtos e iniciativas carros-chefe da marca.   

  • Explorando a voz das lideranças

Atrelado ao uso de ferramentas corporativas, que tal usar sua própria voz para integrar aos esforços de marketing de sua empresa? O ideal, nesse sentido, é mobilizar o ecossistema de lideranças do negócio e investir em ações que retroalimentam tanto o perfil pessoal como a company page. Um exemplo: artigos pessoais que linkam a company e vice-versa.

  • Pulse e profundidade

O Pulse é o canal de blog do LinkedIn que privilegia conteúdos de profundidade e que podem ser combinados com outros esforços de marketing digital: anúncios, postagens de linha do tempo e padronização de linguagem para diferentes redes são iniciativas que podem alavancar a capilaridade de sua marca. Mas, atenção: esse não é um espaço para publicidade direta (geralmente barrada no Pulse), mas para atrair clientes e empresas através da relevância e para ações futuras de fundo de funil.  

  • Orgânico x Pago

Você deve ter percebido que, no hall de ações orgânicas, o LinkedIn oferece uma verdadeira plataforma de soluções de conteúdo para o seu negócio. Mas também é possível investir em mídia paga junto a rede: aqui vale um estudo da necessidade e das personas de sua marca, pois campanhas no LinkedIn tem um custo-médio significativo, quando comparado ao de outras mídias. 

  • Expandindo conexões
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Na esfera orgânica (e já de posse da company page) a empresa também pode aumentar seu público por meio do envio de convites personalizados. Todo mês, o LinkedIn libera créditos de conexão que podem ser determinantes para o posicionamento inicial e ganho de tração de sua marca no LinkedIn. 

  • Métricas e acompanhamento 

Finalmente, como em qualquer outra mídia, o último passo consiste em avaliar, acompanhar minuciosamente os resultados da rede e, eventualmente, reposicionar estratégias que não vem funcionando a contento. 

Em outras palavras: não há um grande mistério que nos levará a Meca no LinkedIn, mas todo um conjunto de esforços que, quando somados, fazem com que a rede gere frutos e seja um caminho para uma marca se reinventar dentro de um ambiente de negócios imerso no digital. Uma solução eficaz para apoiar sua empresa em estratégias de assessoria de imprensa, redes sociais e eventos corporativos, é acompanhar conteúdos sobre esses temas e conhecer os serviços da IDEIACOMM.

Gostou das infos? Então, não deixe de seguir acompanhando o blog da B.done para aprender muito mais sobre marketing, comunicação, vendas e outros assuntos.

Por: IDEIACOMM | Juliana Garcia.

*Juliana Garcia é CEO da IDEIACOMM. Comunicóloga, jornalista por formação e apaixonada pelo trabalho de mídia espontânea. Atua há mais de 15 anos como Public Relations, sendo que, deste período, 10 anos à frente da IDEIACOMM, agência de conteúdo, social media e assessoria de imprensa para empresas de Tecnologia, Startups, Tributaristas e área jurídica.  

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